segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Moluscos


Os moluscos são animais de corpo mole,viscoso,não segmentado,sem apêndices articulados, triblásticos, com uma cavidade geral,simetria bilateral,dividida em três partes, cabeça, pé e massa viceral. Geralmente apresentam uma concha calcária.


Sistema tegumentário

Esse animais possuem epitélio simples, as vezes ciliado e muito rico em células glandulares, cujas secreção torna o tegumento úmido e mole. A parte do tegumento que recobre a massa visceral forma uma dobra, chamada manto ou pallium, que secreta a concha. Chama-se cavidade pateleal ao espaço compreendido entre o manto e a superfecie do corpo (nessa cavidade se aloja o aparelho respiratório dos moluscos).
A concha consiste em uma camada orgânica externa (periostraca); uma camada media (primastica) constituída por cristais prismaticos de aragonia e uma camada interna ( nacarada), lisa e brilhante, conhecida como madrepérola.
A concha pode ser univalve, quando formada por uma so peça (caramujos e caracis), e bivalve, quando formada por duas peças, que se adaptavam e articulam (ostras e mariscos).

Sistema respiratório

A respiraçao pode ser: cutânea, branquial e pulmonar. As bransquiasa estão alojadas na cavidade paleal. A respiração pulmonar ocorre em gastrópodes terrestres (caracóis); os pulmões são constituídos por um sistema de vasos sanguineos muito ramificados que se sepalham no teto da cavidade pateleal a há uma comunicação com o exterior através de um orifício chamado pneumostoma.
Os pelecípodes são animais filtradores. A água cirdante que penetra na cavidade do manto carrega as partículas úteis são ingeridas pela boca.

Sistema digestorio

E do tipo completo e compreende: boca, faringe, esôfago, estomago,intestino e anus. Na parte basal da faringe musculosa há uma lamina quitnosa denominada radula, portadora de dentículos, dirigidos para trás e próprios para ralar os alimentos. E um órgão exclusivo dos moluscos e ausente na classe Pelecipodes. Tem como glândulas anexas, o fígado e as glândulas salivares.

Sistema circulatório

E do tipo laculanar. O coração tem posição dorsal, aparece no interior de uma cavidade pericardica e recebe o sangue proveniete dos órgãos respiratórios por intermédio de veias. Pode ter um ou dois átrios e um ventrículo, de onde o sangue e distribuídos aos tecidos. O sistema circulatório, apesar do desenvolvimento de arterias, veias e capilares, e sempre aberto, comunicando-se com lacunas sanguinas, situadas em vários órgãos.

Sistema excretor

A excreção é feita por irns (nefrideos modifcados), que retiram os excretas da cavbidade periférica e eliminam na cavidade pateleal, de onde passam para o exterior.

Sistema nervoso

E do tipo ganglionar, existindo 3 pares de gânglios nervosos: cerebroides, pediais e viscerais, os quais coordenam, respectivamente, as funções: sensórias, locomotora e vegetativa.
Os órgãos sensoriais são : estatocistos (equilíbrio), células tácteis, quimiorreceptoras e os olhos, muito desenvolvidos nos cefalóides.

Reprodução

Nos moluscos há casos de hermafroditismo, mas geralmente sao de sexos separados. Nos hermafroditas ocorre fecundação cruzada, como nos caracóis e caramujos que,que ao copularem, se estimulam mutuamente enterrando um no outro o “dardo do amor”. Alem disso, possuem uma gônada hermafrodita, a ovotestis. Essa glândula pode produzir espermatozóide e óvulos.
A copulação e recíproca; o pênis de cada caracol penetra na vagina do outro conjugante, transferido o esper matozoide. O desenvolvimento dos ovos é direto.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Anelídeos


Anelídeos


Encontrados em ambiente terrestre, marinho e dulcícola, os anelídeos (do latim annellus: anel) são vermes de corpo alongado, cilíndrico e dividido em anéis, também chamados de segmentos ou metâmeros (do grego meta: sucessão, meros: parte). A metameria (divisão do corpo em metâmeros) apresenta-se tanto externamente como internamente, uma vez que cada anel abriga diversos órgãos individualizados (nervos, estruturas, musculares, unidades excretoras, etc.). As minhocas, as sanguessugas e as nereides são exemplos de anelídeos. Características gerais dos anelídeos Os vermes desse grupo têm as seguines características: - possuem simetria bilateral e são triblásticos; - possuem sistema circulatório, pela primeira vez na escala evolutiva dos animais. O sangue desloca-se por um sistema fechado de vasos e contém pigmentos respiratórios dissolvidos no plasma. Na minhoca, o pigmento respiratório é a hemoglobina, responsável pelo transporte de 40% do oxigênio utilizado pelo organismo; - o corpo é revestido por um epitélio simples que secreta uma cutícula delicada, protegendo o organismo contra a desidratação; - a parede do corpo contém uma musculatura bem desenvolvida e capaz de permitir o desenvolvimento do animal; - o sistema digestivo é completo, com boca e ânus; - muitos têm respiração cultânea, isto é, as trocas gasosas entre o organismo e o meio são efetuadas através da pele. Outros, que vivem em ambiente aquático, respiram através de brânquias, filamentos delicados dotados de vasos sanguíneos que, por difusão, retiram O2 dissolvido na água; - a excreção é realizada por estruturas denominadas nefrídeos, que eliminam os excretas através de poros que se abrem na superfície do corpo. Classes dos anelídeos Muitos anelídeos possuem cerdas quitinosas, estruturas existentes na parede do corpo e que, expandindo-se e retraindo-se, conferem, respectivamente, aspecto liso e áspero ao animal. Esses movimentos das cerdas, associados à ação muscular e nervosa, participam do mecanismo locomotor. As três classes em que se dividem os anelídeos são determinadas de acordo com a presença ou não de cerdas. Assim, os anelídeos podem ser classificados em: - poliquetas (do grego polys: muitos; chaeta: cerdas); - oligoquetas (do grego oligo: poucos); - aquetas (prefixo a: não, sem) ou hirudíneos.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Nematelmintos


Os nematelmintos são parasitas de seres humanos,têmo formato cilíndrico. Eles são vermes, como o próprio nome indica sua característica. Eles podem ser encontrados em ambiente terrestres e aquáticos.
As vezes são animais pequenos, menores que 1 centímetro, e tem lombriga que chega a 40 centímetros de comprimento.
Os nematelmintos não são animais de vida livre. Eles não têm sistema circulatório, a respiração é cutânea, na maioria das vezes são sexos separados. O macho é menor que a fêmea.
A maioria é parasita do homem. Os de vida livre, não têm mais que 1 cm de comprimento e podem apresentar hábitos terrestres e aquáticos.

Platelmintos


Os platelmintosd,conhecidos comoverme,têm o corpo alongado e achatado,Agora algumas características:


Sistema digestivo:Extra e intra celular.O sistema é incompleto, apresentando apenas uma abertura em todo sistema. Possuem boca, faringe e intestino.


Sistema nervoso:Possuem sistema nervoso central formado por um anel. Possuem filetes nervosos que percorrem o corpo todo através de ramificações.


Sistema respiratório:Não possuem sistema respiratório.Nos platelmintos de vida livre as trocas são feitas por difusão. Já nos parasitas ela é feita de forma anaeróbica, ou seja, não utiliza oxigênio.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Poríferos




O filo Porífera é constituído por animais pluricelulares que apresentam poros na parede do corpo. São conhecidas cerca de 5 mil espécies de poríferos, todos aquáticos. Eles são predominantemente marinhos (minoria em água doce), sendo encontrados desde o nível das praias até uma profundidade de 6 mil metros.
Os poríferos são animais sésseis, fixando-se sobre rochas, conchas, etc. Apresentam formas variadas, sendo assimétricos ou de simetria radial. As maiores esponjas medem 2 metros, mas há espécies minúsculas de l mm. Embora pluricelulares, os poríferos têm uma estrutura corporal diferente dos demais metazoários. As suas células possuem um certo grau de independência e não se organizam em tecidos. A parede do corpo é constituída por 2 camadas celulares. A camada externa é formada por células achatadas (pinócitos). Entre os pinócitos, há células maiores e alongadas que se estendem desde a parede externa até a parede interna. São os porócitos, células que possuem um canal em seu interior, que permite a entrada de água do exterior para a espongiocela, através da abertura chamada óstio.
A camada interna é formada por células flageladas providas de um colarinho, formação membranosa que envolve o flagelo. Essas células, chamadas coanócitos, revestem a esponjiocela ; o batimento de seus flagelos faz com que a água existente em seu interior da cavidade saia pelo ósculo. Entre as camadas internas e externas há uma mesênquima gelatinosa, nas quais se encontram células e espículas. As células são dotadas de movimentos ameboides e por isso são denominadas amebócitos. As espículas são elementos esqueléticos que sustentam a parede do corpo e mantêm a esponja ereta. Reconhecem-se três tipos estruturas de esponjas : ascon, sicon e lêucon, que diferem entre si pela complexidade da parede do corpo.

Cnidários

Cnidários são animais aquáticos radialmente simétricos com uma extremidade do corpo exibindo uma boca circundada por tentáculos. A boca é a única abertura para a cavidade intestinal. Os cnidários apresentam-se em duas formas, a medusa, a qual representa uma adaptação à existência pelágica e o pólipo que representa uma adaptação à existência bentônica fixada. Organização colonial desenvolveu-se em muitos grupos polipóides. Cnidários são primitivos por não possuírem órgãos, por não apresentarem células epiteliais e musculares completamente diferenciadas, e pela origem essencialmente diploblástica do corpo do adulto.
A parede do corpo consiste de uma epiderme externa, uma gastroderme interna e uma mesogléia entre as duas. Esta última pode ser fina ou espessa, celular ou acelular. Uma estereogástrula ciliada de vida livre, chamada plânula, ocorre no ciclo vital da maioria dos cnidários.
A maioria alimenta-se de zooplâncton embora alguns utilizem animais maiores e outros ainda alimentam-se de material suspenso finamente particulado. A presa é capturada pelos tentáculos e imobilizada por células explosivas chamadas cnidócitos as quais são peculiares a este filo. A digestão é inicialmente extracelular e depois intracelular,
Os neurônios são usualmente arranjados como uma rede nervosa na base das camadas epidérmica e gastrodérmica e a transmissão de impulsos tende a ser radiante, As junções sinápticas são normalmente não-polarizadas.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Fungos


Por muito tempo os fungos foram considerados vegetais mas a partir de 1969, foram classificados em um reino à parte, o Reino Fungi (TRABULSI et al., 1999). São tambem conhecidos como bolores, mofos ou cogumelos, estão interferindo constantemente em nossas atividades diárias.
Características
Os fungos constituem um grupo de organismos em que não ocorre clorofila (são heterótrofos). São geralmente filamentosos e multicelulares. O crescimento é em geral apical, mas normalmente qualquer fragmento hifálico pode dar origem a outra formação micelial quando destacado e colocado em meio apropriado. As estruturas reprodutivas são diferenciadas das vegetativas, o que constitui a base sistemática dos fungos (PUTZKE e PUTZKE, 1998). Alguns podem ser microscópicos em tamanho, enquanto outros são muito maiores, como os cogumelos e fungos que crescem em madeira úmida ou solo. Os fungos formam esporos, que são dispersos por correntes de ar (PELCZAR et al., 1996), encontrando-se no solo, na água, nos vegetais, em animais, no homem e em detritos, em geral (TRABULSI e TOLEDO, 1996).
O Reino Fungi é dividido em cinco filos: Oomycota que compreende os fungos aquáticos: Zygomycota os fungos terestres; Ascomycota as trufas, bolores verdes, amarelos e vermelhos; Basidiomycota os cogumelos, ferrugens e carvões; Deuteromycota fungos do tipo Penicillium.
Reprodução
Os fungos se reproduzem em ciclos assexuais, sexuais e parassexuais. A reprodução assexuada ocorre através de brotamento, fragmentação e produção de conídios. A reprodução sexuada culmina na produção de basidiósporos, no caso de basidiomicetos.A reprodução parassexuada consiste na fusão de hifas e formação de um heterocarion que contém núcleos haplóides. Apesar de ser raro, o ciclo parassexual é importante na evolução de alguns fungos (PELCZAR et al.., 1996).